Nostalgia, Crianças e Alimentação.

Algo está muito errado com relação à alimentação rotineira em nossas casas.

Certa vez, enquanto passava um tempo na casa de familiares, no momento do almoço estávamos todos a pôr nossos pratos e, as crianças estavam com suas mini porções de comida beliscando daqui e dali, com seus copos de refrigerantes cheios até a boca.

Passado algum tempo, eu já havia terminado meu prato e observei as crianças e sua “arte” de disfarçar a comida pelos cantos do prato para dar a aparência de ter-se comido suficiente – já fiz isso, sei o que estou falando.

Os adultos perguntaram se as crianças não iriam comer mais e elas prontamente disseram que não, alegando estarem satisfeitas, mas a quantidade de comida que havia sido colocada para elas era ínfima e, por não ter sido comida toda, o copo de refri estava vazio.

Gerou um desconforto nos adultos que, perguntaram se as crianças não queriam algo a mais para substituir o fatídico resto almoço deixado. As opções eram: nuggets, batata frita e outras coisas que não me vêm na memória agora – além de mais refrigerante.

O que quero dizer com isso?! Quando eu era criança, devido às condições e até mesmo por decisão dos meus pais, eu deveria comer o que estava posto no prato, sem condições futuras de barganhas por guloseimas e petiscos – que nem se quisesse eu teria em casa.

 

Foto Ilustrativa.

 

Crianças são crianças e devem se alimentar da melhor forma sim, mas quando elas determinam o que vão comer, não vai dar certo.

Acho que já comentei sobre isso em algum post anterior, mas quando eu era pequeno, na casa dos meus pais consumíamos muito Kitut – uma espécie de embutido enlatado, cheio de tudo quanto é coisa e, sem definição certa do que era, nunca questionei o que era posto para comer.

Era algo estipulado por meus pais e fazia parte das refeições principais. Hoje em dia temos todas e mais algumas orientações sobre a quantidade de sódio, açúcar e gorduras encontradas nos alimentos que consumimos, a escolha é nossa.

Olha ele aí! Também conhecido como fiambre.

 

Portanto, se você é pai ou mãe, a função de pôr a comida na mesa é sua e não dos seus filhos. Quando bebês eles se alimentaram por meses  de um único alimento e não reclamavam, pelo contrário, sentiam repulsa quando eram apresentados a novos sabores.

Logo, não se preocupe tanto com as manhas feitas pelos pequenos,  sempre foi instinto do homem ir atrás do seu alimento, cedo ou tarde eles vão comer – exceto se for algo patológico, aí sim, procure um médico.

No mais, como diz um pai de um grande amigo meu “quer comer, come, não quer, não come!”.Conhece alguém que precisa ler esse post, compartilha. Tem alguma experiência com algo parecido, deixe seu comentário.

 

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1 comentário

  1. Tática de espalhar comida essa é boa. Pena que nunca soube quando eu era criança. Quando queria deixar comida minha mãe vinha com aviãozinho e cada colherada seria a última.kkkkk aí comia tudo. �� Nostalgia.

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